22 de junho – Santo Albano, 1º Mártir da Grã-Bretanha, 304 (ou 305)


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22 de junho – Santo Albano, 1º Mártir da Grã-Bretanha, 304 (ou 305)

1 – Santo Albano, 1º Mártir da Grã-Bretanha, 304 (ou 305)

+ Inglaterra, 304. Destacado habitante de Verulamium (hoje Santo Albano), escondeu em sua casa um sacerdote durante a perseguição de Diocleciano. Convertido, ficou tão tocado pela doutrina católica, que trocou de vestes com o sacerdote, sendo preso em seu lugar. Negando-se a oferecer incenso aos ídolos, foi açoitado, cruelmente torturado, e finalmente teve a cabeça decepada.  Fonte:www.catolicismo.com.br

Transcrevemos abaixo, parte da História eclesiástica das gentes dos anglos, Livro I, do Venerável Beda (673/­735), numa tradução da Profa. Assunção Medeiros e Revisão do Prof. Dr. Ricardo da Costa  (Ufes), que muito bem nos informa sobre a vida de Santo Albano:

VI – O reino de Diocleciano e como ele perseguiu os cristãos

No Ano da Encarnação de Nosso Senhor de 286, Diocleciano, trigésimo terceiro desde  Augusto e escolhido imperador pelo exército, reinou vinte anos, e tornou Maximiano, chamado de Herculius, seu colega no império. Em seu tempo, certo Carausius, de muito baixa origem, mas um soldado habilidoso e capaz, tendo sido indicado para guardar os litorais, naquele tempo infestados pelos francos e saxões, agiu mais para o prejuízo que para a vantagem do estado. Pelo fato de não ter devolvido aos seus donos a pilhagem recuperada dos ladrões, mantendo-a toda para si, suspeitou-se que fora por negligência intencional que deixara o inimigo infestar as fronteiras. Sabendo, portanto, que uma ordem havia sido enviada por Maximiano para que fosse executado, ele tomou para si os mantos imperiais e a posse da Bretanha, e depois de ter com galhardia mantido sua posse pelo espaço de sete anos, foi finalmente executado através da traição de um associado seu, Alectus. O usurpador, tendo desta forma tomado a ilha de Carausius, manteve a posse dela por três anos, e foi então exterminado por Asclepiodotus, capitão da guarda pretoriana, que feito isso, ao fim de dez anos, restaurou a Bretanha ao Império Romano.

Entrementes, Diocleciano no Oriente e Maximiano Herculius no Ocidente ordenaram que as igrejas fossem destruídas e que os cristãos fossem assassinados. Esta perseguição era a décima desde o reinado de Nero, e foi mais duradoura e sangrenta que todas as que a precederam, pois deu-se ininterruptamente por um período de dez anos, com a queima de igrejas, a marginalização de pessoas inocentes e o abate dos mártires. Após certo tempo, ela alcançou também a Bretanha, e muitas pessoas, com a constância dos mártires, morreram por professar sua fé.

 

VII – A paixão de Santo Albano e seus companheiros, que naquele tempo derramaram seu sangue por Nosso Senhor [305 d. C.]

Naquele tempo sofreu santo Albano, de quem o padre Fortunato, em seu “Louvor às Virgens”, onde menciona os abençoados mártires que chegaram ao Senhor de todas as partes do mundo, diz: “Na ilha da Bretanha nasceu o santificado Albano. Este Albano, sendo ainda pagão, no tempo em que as crueldades de príncipes malvados assolavam os cristãos, ofereceu hospitalidade em sua casa a um certo homem do clero, que fugia de seus perseguidores. Ele observou que este homem estava em estado de prece contínua, em vigília noite e dia. Então, repentinamente, a Graça Divina brilhou sobre ele, que pôs-se a imitar o exemplo de fé e pia atitude que havia sido posta à sua frente.

Assim, sendo gradualmente instruído pelas salutares admoestações deste padre, ele lançou longe a escuridão da idolatria e tornou-se cristão, com toda a sinceridade de seu coração. Estando o já mencionado padre hospedado por alguns dias com ele, chegou aos ouvidos do malvado príncipe que este santo confessor de Cristo, cuja hora do martírio ainda não havia chegado, estava escondido na casa de Albano. E foi então que ele enviou alguns soldados para fazer uma severa busca. Quando chegaram à casa do mártir, santo Albano imediatamente se apresentou aos soldados, ao invés do seu convidado e mestre, no hábito ou comprido casaco que aquele usava, e foi levado amarrado perante o juiz.

Aconteceu que este juiz, na hora em que Albano foi trazido à sua frente, estava em pé em frente ao altar, oferecendo sacrifício aos demônios. Quando viu Albano, enraivecendo-se muito pelo fato de que ele havia daquela forma, de vontade própria, colocado a si mesmo nas mãos dos soldados e incorrido em tamanho perigo no lugar do seu convidado, ele comandou que este fosse arrastado até as imagens dos demônios, diante das quais ele estava, dizendo, “Por teres escolhido esconder uma pessoa rebelde e sacrílega ao invés de entregá-lo aos soldados, para que seu desprezo pelos deuses encontrasse o castigo merecido por tal blasfêmia, tu sofrerás toda a punição reservada a ele se não abandonares a crença da tua religião.”

Mas santo Albano, tendo-se voluntariamente declarado um cristão aos perseguidores da fé, não estava sequer amedrontado pelas ameaças do príncipe, pelo contrário, vestindo a armadura da guerra espiritual, publicamente declarou que não obedeceria aquela ordem. Então disse o juiz, “De que família ou raça tu és?” Respondeu Albano: “- No que isto concerne a ti, de onde fui gerado? Se você deseja saber a verdade de minha religião, que seja dado a conhecer a você que eu sou agora um cristão, e preso pelas obrigações cristãs.” “­ Eu pergunto o seu nome,” disse o juiz, “diga-o imediatamente.” Ele replicou: “- Eu sou chamado de Albano por meus pais, e venero e adoro o verdadeiro Deus vivo, que criou todas as coisas.” Então o juiz, inflamado por sua ira, disse: “- Se você deseja usufruir da felicidade da vida eterna, não hesite em oferecer sacrifício aos grandes deuses.” Albano retrucou: “- De nada adiantam estes sacrifícios que você oferece aos demônios; eles não podem atender os pedidos e desejos daqueles que enviam as suas súplicas. Pelo contrário, aquele que oferecer sacrifício a estas imagens receberá as infinitas dores do inferno como recompensa.”

Ao ouvir estas palavras, e irado ao extremo, o juiz ordenou que este santo confessor de Deus fosse chicoteado pelos algozes, acreditando que pelas tiras do chicote poderia abalar a constância daquele coração, sobre o qual palavras não prevaleceram. Este, sendo muito cruelmente torturado, suportou a tortura pacientemente, ou mesmo alegremente, por Nosso Senhor. Quando o juiz percebeu que ele não seria conquistado por torturas ou afastado do exercício da religião cristã, ordenou que fosse morto. Sendo levado até sua execução, ele chegou a um rio, que corria entre a muralha da cidade e a arena onde seria executado com uma correnteza bastante forte.

Neste lugar ele viu uma multidão de pessoas de ambos os sexos e de diversas idades e condições sociais, que indubitavelmente estavam ali congregadas por instinto divino para assistir o abençoado confessor e mártir, e tinham de tal forma tomado a ponte sobre o rio que ele não podia passar para o outro lado naquela noite. Em suma, quase todos tinham saído, de forma que o juiz permaneceu na cidade sem acompanhantes. Santo Albano, portanto, tomado por um ardente e devoto desejo de chegar rapidamente ao martírio, aproximou-se do riacho, e ao levantar seus olhos para o céu, o canal imediatamente secou, e ele percebeu que a água havia partido e feito um caminho para que ele passasse. Entre os outros, o executor que devia causar sua morte observou isto e, movido por inspiração divina, correu ao encontro dele no seu local de execução e, lançando longe a espada que já carregava desembainhada, caiu a seus pés, rogando sofrer com o mártir que ele havia recebido ordem de executar, ou, se possível, no lugar deste.

Enquanto este, de perseguidor se tornava companheiro de fé, e os outros algozes hesitavam tomar a espada que estava caída no chão, o reverendo confessor, acompanhado pela multidão, subiu uma colina, a aproximadamente 500 passos do lugar e adornada, ou melhor, vestida com todos os tipos de flores, tendo seus lados nem perpendiculares, nem em forma de penhasco, mas possuidores de uma suave inclinação que terminava em uma muito bela planície, merecedora pela sua bela aparência de ser o cenário dos sofrimentos de um mártir. No topo desta colina, santo Albano orou para que Deus lhe desse água, e imediatamente uma fonte viva brotou diante de seus pés, com seu curso confinado, para que todos os homens percebessem que o rio também havia secado em consequência da presença do mártir. Nem era provável que o mártir, que não havia deixado que permanecesse água no rio, quisesse alguma no topo da colina, a não ser que achasse tal coisa apropriada à ocasião.

O rio, tendo executado seu sagrado serviço, retornou ao seu curso natural, deixando um testemunho de sua obediência. Neste lugar, portanto, a cabeça do tão corajoso mártir foi cortada, e ali ele recebeu a coroa da vida, que Deus prometeu àqueles que O amam. Mas aquele que deu o golpe maldoso não foi permitido regozijar a morte do falecido, pois seus olhos caíram ao chão junto com a cabeça do abençoado mártir.

Naquele mesmo instante o soldado que através da admoestação divina recusou dar o golpe mortal no santo confessor foi decapitado. Está claro que apesar de não ter sido regenerado pelo batismo ele foi limpo belo banho em seu próprio sangue, e tornou-se merecedor de entrar no reino dos céus. Então o juiz, assombrado com a nova de tantos milagres do céu, ordenou que cessasse imediatamente a perseguição, começando a honrar a morte dos santos, através da qual ele antes achara que estes pudessem ser afastados da fé cristã. O abençoado Albano sofreu a morte no vigésimo segundo dia de junho, próximo à cidade de Verulano, hoje chamada pelas gentes dos anglos de Verlamacestir, ou Varlingacestir, onde depois, quando foram restaurados os tempos de paz cristã, uma igreja de maravilhoso artesanato e apropriada ao seu martírio foi erigida. Neste lugar não cessa até hoje a cura de pessoas doentes, e a freqüente sucessão de maravilhas.

Ao mesmo tempo sofreram Aarão e Júlio, cidadãos de Chester, e muitos outros de ambos os sexos em diversas localidades, que, após terem suportado tormentos vários, e terem seus membros arrancados de uma maneira nunca antes vista, entregaram suas almas para o alto, para gozar na cidade celeste a recompensa dos sofrimentos pelos quais tinham passado.

Fonte:www.ricardocosta.com/textos/beda.htm

 

2 – O MARTÍRIO DE SANTO ALBANO
E SEUS COMPANHEIROS

Durante as perseguições, um dos mais ilustres daqueles que sofreram morte pela fé foi Santo Albano(1), do qual Pater Fortunatus, no livro que escreveu em louvor das Virgens, falando no grande número de mártires que foram mandados ao céu por ela de toda a parte do mundo, diz

Albanum egregium faecunda Brittannia profert
(Albano, santo, a fecunda Bretanha gerou)

 Era ainda um Pagão, quando os Imperadores cruéis primeiro publicaram seus editos contra os Cristãos, e quando recebeu um clérigo em fuga de seus perseguidores em sua casa e deu-lhe asilo. Tendo observado que este convidado gastava dias e noites inteiros em preces e vigílias infindas, sentiu-se ele mesmo num repente inspirado pela graça de Deus, e começou a imitar tão glorioso exemplo de fé e piedade, e sendo pouco a pouco instruído por suas admoestações salutares, renegando a escuridão da idolatria, tornou-se Cristão com toda sinceridade de seu coração. E, tendo exercido sua hospitalidade para com o sobredito clérigo, por alguns dias, uma notícia chegou aos ouvidos do ímpio príncipe, de que o confessor de Cristo, a quem a glória do martírio não havia sido ainda concedida, estava oculto na casa de Albano: e sobre ela, ele comandou alguns soldados para realizar uma completa busca. Quando chegaram à sua casa, Santo Albano apresentou-se ele mesmo imediatamente, vestido com os trajes que costumava usar seu instrutor. Então sucedeu que o Juiz, no momento em que Albano foi conduzido diante dele, estava postado ante o altar, e oferecendo sacrifícios às Almas. E, vendo Albano, irando-se já com a sua intenção, de entregar-se livremente aos soldados, e correndo o risco de ser condenado à morte, ordenou-lhe que se prostrasse ante os ídolos de Demônios, ante os quais se achava, dizendo, “Porque escolheste esconder um rebelde e sacrílego, ao invés de entregá-lo aos soldados, para que sofresse o castigo a ele destinado, por desprezar e blasfemar contra os deuses – tu sofrerás todos os suplícios que seriam inflingidos nele, se recusares cumprir os deveres de nossa religião”.

Mas Santo Albano, que tinha antes voluntariamente professado ser Cristão aos perseguidores da fé, não foi em nada intimidado pelas imprecações do príncipe; mas, estando armado com a armadura da contenda espiritual, calmamente lhe falou, que jamais obedeceria a seus comandos. “Então”, disse o juiz, “de que família ou descendência és?” “Que vos interessa”, replicou Albano, “saber de que família provenho? Mas se vos apetece conhecer a verdade de minha religião, que seja revelada a vós, pois sou agora um Cristão, e uso meu tempo na prática dos deveres Cristãos”. “Como te chamas?” bradou o juiz, “diga imediatamente”. “Sou chamado Albano por meus pais,” ele respondeu, “e sirvo e adoro sempre o Deus vivo e verdadeiro, que criou todas as coisas”. Então o juiz, num rompante, disse, “Se pretendes gozar da felicidade da vida eterna, oferece já o sacrifício aos grandes deuses”. Ao que Albano respondeu, “Esses sacrifícios que ofereceis aos demônios, nada podem garantir aos suplicantes, nem outorgar efeito às petições; ao contrário, quem quer que sacrifique a esses ídolos terá as penas eternas do inferno como recompensa”. O juiz, ouvindo-o dizer tais palavras, exasperou-se até a fúria. Então ordenou que o santo confessor de Deus fosse açoitado pelos carrascos, imaginando que o látego abalaria aquela constância de coração que meras palavras não puderam afetar. Mas ele suportou grandes tormentos por Nosso Senhor, não somente com paciência, mas com alegria.

Quando o juiz percebeu que ele não seria dobrado por torturas, nem renegaria a fé de Cristo, sentenciou que lhe decapitassem. Sendo levado à execução, chegaram a um rio, que se dividia naquele lugar onde havia de sofrer por um contraforte e areia, e ali a torrente passava rápida. Ali viu uma grande multidão de pessoas de ambos os sexos, de todas as idades e classes, que certamente se haviam juntado por inspiração divina, para servir o bendito confessor e mártir; e haviam tomado de tal forma a ponte no rio, como para torná-la quase impossível de a passarem, ele e os outros, naquela tarde. Quase todo o povo da cidade estava lá para assistir à execução, e o juiz, que lá ficara, quedou-se sem nenhum servo.

Santo Albano, doutra parte, cuja mente estava cheia do desejo ardente de abraçar com rapidez o seu martírio, aproximou-se do rio, e erguendo os olhos para o céu, endereçou sua prece ao Todo-Poderoso; e viu, – oh espanto! -, a água recuar incontinenti, e deixar do rio o leito seco, para que o cruzassem. O carrasco, que o deveria degolar com os demais, observando este prodígio, apressou-se para alcançá-lo no local da execução; e, sendo movido por divina inspiração, jogou no solo a espada brasonada que trazia, e prostrou-se a seus pés, implorando que pudesse antes sofrer morte, a seu lado ou em seu lugar, que ser obrigado a tirar a vida de homem tão santo. Enquanto ele de um algoz fizera um irmão na verdadeira fé, e os demais executores hesitando em recolher a espada do chão, o venerável confessor de Deus subiu a um monte com todo o povo. Este lugar aprazível ficava a meio quilômetro do rio, era embelezado com grande variedade de flores, ou antes quase delas coberto; não era um lugar acidentado nem muito escarpado, mas seu conjunto era nivelado por natureza, como o mar quando está calmo: cuja aparência formosa e agradável parecia torná-lo próprio e digno de ser adornado e santificado pelo sangue do mártir. Quando Santo Albano alcançou o cume do monte, rogou a Deus que lhe desse de beber; e imediatamente, uma fonte borbulhou e surgiu a seus pés, com seu curso definido; assim para que todos percebessem que o rio antes obedecera ao mártir. Pois não se poderia supor que ele pediria por água no topo da colina, tendo passado pelo rio abaixo, a não ser se ele estivesse convencido de que seria útil para a glória de Deus que assim procedesse. Aquele rio, de todo modo, tendo se sujeitado à devoção do mártir, e tendo cumprido o serviço que ele impusera, retornou, e continuou a correr como antes em seu curso natural.

Aqui, assim, este valoroso mártir, sendo decapitado, recebeu a coroa da vida que Deus prometeu aos que O amam. Mas ao carrasco, que foi tão mau embebendo suas mãos sacrílegas no sangue sagrado do mártir, não foi permitido alegrar-se com sua morte; pois seus olhos saltaram ao chão no exato instante em que caía a cabeça do mártir. Ao mesmo tempo foi decapitado lá o soldado que, antes, pela inspiração divina, tinha se recusado a executar a sentença sobre o mártir – e a seu respeito é evidente que, mesmo não tendo sido batizado na pia batismal, foi sim purificado ao derramar seu próprio sangue, e feito digno de entrar no reino dos céus. O juiz então, atordoado com a novidade de tantos milagres celestes, ordenou que a perseguição cessasse já, passando então a honrar os santos por sua paciência e constância, e por sofrerem aquela morte de terrores pelos quais havia imaginado derrogá-los de sua adesão à fé Cristã.

Santo Albano padeceu no dia 20 de junho, perto da cidade de Verulam, doravante, por sua causa, chamada Santo Albano: uma igreja, de construção a mais refinada, e adequada a comemorar seu martírio, foi erigida depois, tão logo a paz retornou à igreja Cristã; neste lugar não cessaram até hoje as curas milagrosas de muitos doentes, e a freqüente ocorrência de maravilhas.

Ao mesmo tempo padeceram Aaron e Julius, habitantes da cidade de Leicester (ou Caerleon), e muitos outros de ambos os sexos, em outros lugares; que, tendo sido atormentados no potro(2) até que seu membros fossem desconjuntados, e tendo suportado muitas outras crueldades inauditas, entregaram suas almas, depois do conflito terminar, para a alegria da dita cidade.

 


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(1) Santo Albano foi um soldado do exército romano estacionado na Bretanha. Detalhes de sua vida são desconhecidos, mas a tradição popular informa que era um bretão. Ele faleceu durante a perseguição do Imperador Deocleciano (304 d.C.), quando tentou proteger o seu Mestre Amphibalus.

(2) Potro: instrumento de tortura medieval.

Tradução: Ricardo Frantz
Revisão: Rev.Pe.Osmar de Carvalho

Fonte:http://iclsp.glev.com.br/artigo-icl-005.htm