30 de maio – Joana D’Arc

a) JOANA D’ARC (1431), 30 de Maio        (Companheira Devocional , 231 e 232)

Protetora da Ordem Terceira da França,

     Joana d’ Arc, a “Donzela de Orleans”, foi chamada a capitanear os exércitos franceses durante a Guerra dos Cem Anos contra a Inglaterra. Sua coragem, suas visões e as vozes angelicais que a aconselhavam, junto com a traição pela qual ela foi entregue aos ingleses que a condenaram ao fogo, tem capturado a imaginação até dos escritores mais céticos (Bernard Shaw em Santa Joana e Mark Twain em A História de Joana d’ Arc). Joana foi membro da Ordem Terceira que deixou uma vida calma como filha de um camponês e pastora para fazer a vontade de Deus.

Coleta: Ó Deus que maravilhosamente escolheu a bem-aventurada Joana para a proteção da sua fé e sua pátria: Concede que por tua graça, o exemplo dela possa permitir que tua Igreja supere todos os ardis dos seus inimigos e se alegre em unidade e concórdia. Por Cristo nosso Senhor. Amém.

 

b) Joana D’Arc

Joana nasceu em 1412, no vilarejo de Domrémy, pertencente ao Ducado de Lorena, na França. Filha de camponeses trabalhadores e honrados, ela viveu ali sua infância, como qualquer outra menina de sua idade. Ocupava-se de trabalhos domésticos e, às vezes, pastoreava rebanhos de ovelhas do pai.

Chamada desde criança

Desde a infância Joana demonstrava uma piedade singular. Sentia-se atraída à contemplação, gostava de subir a lugares elevados para contemplar o panorama. Gostava muito de participar das celebrações na igreja e teve grande interesse em aprender o catecismo e a doutrina católica.

Um anjo guiando nos caminhos de Deus

Aos treze anos Joana começou a ouvir uma voz, que lhe orientava no caminho de Deus. Veja como ela mesma narrou esses fatos com muita simplicidade: “Quando eu tinha mais ou menos 13 anos, ouvi a voz de Deus que veio ajudar-me a me governar. Eu ouvi a voz do lado direito, quando ia para a Igreja. Depois que ouvi esta voz três vezes, percebi que era a voz de um anjo. Ela me ensinou a me conduzir bem e a frequentar a igreja”. Há um detalhe muito importante nessa fala: segundo ela mesma afirma, a voz veio para ajudá-la a governar a si mesma, ou seja, o anjo de Deus ensina a adolescente Joana a ter autodomínio, um fruto do Espírito Santo. Mais tarde ela descobriu que era São Miguel Arcanjo quem falava com ela e que ela deveria partir em socorro do rei da França.

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