Odc326 Quinta

Odc326 Quinta-feira, 7 de novembro de 2019 : Salmo 145: 1-5, 17-21; Zacarias 1: 1-17; Atos 22: 22-23: 11 OU Salmo 17: 1-9; Deuteronômio 25: 5-10; Atos 22: 22-23: 11


Salmos Litúrgicos Livro V Trigésimo Dia: Oração Matutina
Salmo 145: 1-5, 17-21 Exaltado te, Deus
TE EXALTAREI, ó Deus, Rei meu, * e bendirei o teu Nome por todo o sempre.
2 Todos os dias te bendirei, * e louvarei teu Nome por todo o sempre.
3 Excelso é o SENHOR e mui digno de louvor, * e sua grandeza é insondável.
4 Uma geração a outra louvará as tuas obras, * e manifestará teus feitos poderosos.
5 Quanto a mim, falarei do glorioso esplendor de tua majestade, * e de tuas maravilhosas obras eu cantarei.
17 Justo é o SENHOR em todos os seus caminhos, * e santo em todas as suas obras.
18 Perto está o SENHOR de todas as pessoas que o invocam, * de todas as que o invocam em verdade.
19 Ele satisfaz os anseios de quem o teme, * ouve o seu clamor e lhes salva.
20 O SENHOR vela sobre todas as pessoas que o amam, * mas todas as que praticam injustiça sofrerão desolação.
21 Que meus lábios profiram louvores ao SENHOR, * e bendiga toda carne seu Nome Santo para sempre.


Zacarias 1: 1-17
1 No oitavo mês do segundo ano do reinado de Dario, a palavra do Senhor veio ao profeta Zacarias, filho de Berequias e neto de Ido:
2 “O Senhor muito se irou contra os seus antepassados.
3 Por isso, diga ao povo: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Voltem para mim, e eu me voltarei para vocês”, diz o Se­nhor dos Exércitos.
4 “Não sejam como os seus antepassados aos quais os antigos profetas proclamaram: ‘Assim diz o Senhor dos Exér­citos: Deixem os seus caminhos e as suas más obras’. Mas eles não me ouviram nem me deram atenção”, declara o Senhor.
5 “Onde estão agora os seus antepassados? E os profe­tas, acaso vivem eles para sempre?
6 Mas as minhas palavras e os meus decretos, que ordenei aos meus servos, os profetas, alcança­ram os seus antepassados e os levaram a converter-se e a dizer: ‘O Senhor dos Exérci­tos fez conosco o que os nossos caminhos e práticas mereciam, conforme prometeu’ “.
7 No vigésimo quarto dia do décimo primeiro mês, o mês de sebate, no segundo ano do reinado de Dario, a palavra do Senhor veio ao profeta Zacarias, filho de Berequias e neto de Ido.
8 Durante a noite tive uma visão; apareceu na minha frente um homem montado num cavalo vermelho. Ele estava parado entre as murtas num desfiladei­ro. Atrás dele havia cavalos vermelhos, mar­rons e brancos.
9 Então perguntei: Quem são estes, meu se­nhor? O anjo que estava falando comigo respondeu: “Eu mostrarei a você quem são”.
10 O homem que estava entre as murtas explicou: “São aqueles que o Senhor enviou por toda a terra”.
11 E eles relataram ao anjo do Senhor que estava entre as murtas: “Percorremos toda a terra e a encontramos em paz e tranquila”.
12 Então o anjo do Senhor respondeu: “Senhor dos Exércitos, até quando deixarás de ter misericórdia de Jerusalém e das cidades de Judá, com as quais estás indignado há setenta anos?”
13 Então o Senhor respondeu palavras boas e confortadoras ao anjo que falava comi­go.
14 E o anjo me disse: “Proclame: Assim diz o Senhor dos Exércitos: ‘Eu tenho sido muito zeloso com Jerusalém e Sião,
15 mas estou muito irado contra as nações que se sentem seguras. Porque eu estava apenas um pouco irado com meu povo, mas elas aumen­taram a dor que ele sofria!’
16 “Por isso, assim diz o Senhor: ‘Estou me voltando para Jerusalém com misericórdia, e ali o meu templo será reconstruído. A corda de medir será esticada sobre Jerusalém’, de­clara o Senhor dos Exércitos.
17 “Diga mais: Assim diz o Senhor dos Exércitos: ‘As minhas cidades transbordarão de prosperidade novamente, e o Senhor tornará a consolar Sião e a escolher Jerusa­lém’ “.


Atos 22: 22-23: 11
22 A multidão ouvia Paulo até que ele disse isso. Então todos levantaram a voz e gritaram: “Tira esse homem da face da terra! Ele não merece viver!”
23 Estando eles gritando, tirando suas capas e lançando poeira para o ar,
24 o comandante ordenou que Paulo fosse levado à fortaleza e fosse açoitado e interrogado, para saber por que o povo gritava daquela forma contra ele.
25 Enquanto o amarravam a fim de açoitá-lo, Paulo disse ao centurião que ali estava: “Vocês têm o direito de açoitar um cidadão romano sem que ele tenha sido condenado?”
26 Ao ouvir isso, o centurião foi prevenir o comandante: “Que vais fazer? Este homem é cidadão romano”.
27 O comandante dirigiu-se a Paulo e perguntou: “Diga-me, você é cidadão romano?”
Ele respondeu: “Sim, sou”.
28 Então o comandante disse: “Eu precisei pagar um elevado preço por minha cidadania”. Respondeu Paulo: “Eu a tenho por direito de nascimento”.
29 Os que iam interrogá-lo retiraram-se imediatamente. O próprio comandante ficou alarmado, ao saber que havia prendido um cidadão romano.
Paulo é levado ao conselho judaico
30 No dia seguinte, visto que o comandante queria descobrir exatamente por que Paulo estava sendo acusado pelos judeus, libertou-o e ordenou que se reunissem os chefes dos sacerdotes e todo o Sinédrio. Então, trazendo Paulo, apresentou-o a eles.
Atos 23:1-11
1 Paulo, fixando os olhos no Sinédrio, disse: “Meus irmãos, tenho cumprido meu dever para com Deus com toda a boa consciência, até o dia de hoje”.
2 Diante disso o sumo sacerdote Ananias deu ordens aos que estavam perto de Paulo para que lhe batessem na boca.
3 Então Paulo lhe disse: “Deus te ferirá, parede branqueada! Estás aí sentado para me julgar conforme a lei, mas contra a lei me mandas ferir?”
4 Os que estavam perto de Paulo disseram: “Você ousa insultar o sumo sacerdote de Deus?”
5 Paulo respondeu: “Irmãos, eu não sabia que ele era o sumo sacerdote, pois está escrito: ‘Não fale mal de uma autoridade do seu povo'”.
6 Então Paulo, sabendo que alguns deles eram saduceus e os outros fariseus, bradou no Sinédrio: “Irmãos, sou fariseu, filho de fariseu. Estou sendo julgado por causa da minha esperança na ressurreição dos mortos!”
7 Dizendo isso, surgiu uma violenta discussão entre os fariseus e os saduceus, e a assembleia ficou dividida.
8 (Os saduceus dizem que não há ressurreição nem anjos nem espíritos, mas os fariseus admitem todas essas coisas.)
9 Houve um grande alvoroço, e alguns dos mestres da lei que eram fariseus se levantaram e começaram a discutir intensamente, dizendo: “Não encontramos nada de errado neste homem. Quem sabe se algum espírito ou anjo falou com ele?”
10 A discussão tornou-se tão violenta que o comandante teve medo que Paulo fosse despedaçado por eles. Então ordenou que as tropas descessem e o retirassem à força do meio deles, levando-o para a fortaleza.
11 Na noite seguinte o Senhor, pondo-se ao lado dele, disse: “Coragem! Assim como você testemunhou a meu respeito em Jerusalém, deverá testemunhar também em Roma”.


OU


Salmos Litúrgicos Livro 1 Terceiro Dia: Oração Matutina
Salmo 17: 1-9 Exaudi, Domine
ESCUTA, ó SENHOR, o que é justo, e considera o meu clamor; * ouve minha súplica, não proferida por lábios enganosos.
2 Parta de ti minha sentença; * vejam teus olhos a retidão.
3 Sondaste meu coração; * de minha boca nada sai que leve à fraude.
4 Segundo a palavra de teus lábios, * tu me tens guardado do caminho da violência.
5 Firma os meus passos em teu caminho, * para que meus pés não vacilem.
6 Eu te invoco, ó Deus! * Inclina para mim teus ouvidos e escuta a minha voz.
7 Faz maravilhosas as tuas bondades, * ó tu que salvas quem em ti se refugia.
8 Preserva-me como a menina dos olhos, * oculta-me sob a sombra de tuas asas,
9 Por causa de pessoas pecadoras, que me oprimem; * de pessoas inimigas de minha alma que cercam.


Deuteronômio 25: 5-10
5 “Se dois irmãos morarem juntos, e um deles morrer sem deixar filhos, a sua viúva não se casará com alguém de fora da família. O irmão do marido se casará com ela e cumprirá com ela o dever de cunhado.
6 O primeiro filho que ela tiver levará o nome do irmão falecido, para que o seu nome não seja apagado de Israel.
7 “Se, todavia, ele não quiser casar-se com a mulher do seu irmão, ela irá aos líderes do lugar, à porta da cidade, e dirá: ‘O irmão do meu marido está se recusando a dar continuidade ao nome do seu irmão em Israel. Ele não quer cumprir para comigo o dever de cunhado’.
8 Os líderes da cidade o convocarão e conversarão com ele. Se ele insistir em dizer: ‘Não quero me casar com ela’,
9 a viúva do seu irmão se aproximará dele, na presença dos líderes, tirará uma das sandálias dele, cuspirá no seu rosto e dirá: ‘É isso que se faz com o homem que não perpetua a descendência do seu irmão’.
10 E a descendência daquele homem será conhecida em Israel como ‘a família do descalçado’.


Atos 22: 22-23: 11
22 A multidão ouvia Paulo até que ele disse isso. Então todos levantaram a voz e gritaram: “Tira esse homem da face da terra! Ele não merece viver!”
23 Estando eles gritando, tirando suas capas e lançando poeira para o ar,
24 o comandante ordenou que Paulo fosse levado à fortaleza e fosse açoitado e interrogado, para saber por que o povo gritava daquela forma contra ele.
25 Enquanto o amarravam a fim de açoitá-lo, Paulo disse ao centurião que ali estava: “Vocês têm o direito de açoitar um cidadão romano sem que ele tenha sido condenado?”
26 Ao ouvir isso, o centurião foi prevenir o comandante: “Que vais fazer? Este homem é cidadão romano”.
27 O comandante dirigiu-se a Paulo e perguntou: “Diga-me, você é cidadão romano?”
Ele respondeu: “Sim, sou”.
28 Então o comandante disse: “Eu precisei pagar um elevado preço por minha cidadania”. Respondeu Paulo: “Eu a tenho por direito de nascimento”.
29 Os que iam interrogá-lo retiraram-se imediatamente. O próprio comandante ficou alarmado, ao saber que havia prendido um cidadão romano.
Paulo é levado ao conselho judaico
30 No dia seguinte, visto que o comandante queria descobrir exatamente por que Paulo estava sendo acusado pelos judeus, libertou-o e ordenou que se reunissem os chefes dos sacerdotes e todo o Sinédrio. Então, trazendo Paulo, apresentou-o a eles.
Atos 23:1-11
1 Paulo, fixando os olhos no Sinédrio, disse: “Meus irmãos, tenho cumprido meu dever para com Deus com toda a boa consciência, até o dia de hoje”.
2 Diante disso o sumo sacerdote Ananias deu ordens aos que estavam perto de Paulo para que lhe batessem na boca.
3 Então Paulo lhe disse: “Deus te ferirá, parede branqueada! Estás aí sentado para me julgar conforme a lei, mas contra a lei me mandas ferir?”
4 Os que estavam perto de Paulo disseram: “Você ousa insultar o sumo sacerdote de Deus?”
5 Paulo respondeu: “Irmãos, eu não sabia que ele era o sumo sacerdote, pois está escrito: ‘Não fale mal de uma autoridade do seu povo'”.
6 Então Paulo, sabendo que alguns deles eram saduceus e os outros fariseus, bradou no Sinédrio: “Irmãos, sou fariseu, filho de fariseu. Estou sendo julgado por causa da minha esperança na ressurreição dos mortos!”
7 Dizendo isso, surgiu uma violenta discussão entre os fariseus e os saduceus, e a assembleia ficou dividida.
8 (Os saduceus dizem que não há ressurreição nem anjos nem espíritos, mas os fariseus admitem todas essas coisas.)
9 Houve um grande alvoroço, e alguns dos mestres da lei que eram fariseus se levantaram e começaram a discutir intensamente, dizendo: “Não encontramos nada de errado neste homem. Quem sabe se algum espírito ou anjo falou com ele?”
10 A discussão tornou-se tão violenta que o comandante teve medo que Paulo fosse despedaçado por eles. Então ordenou que as tropas descessem e o retirassem à força do meio deles, levando-o para a fortaleza.
11 Na noite seguinte o Senhor, pondo-se ao lado dele, disse: “Coragem! Assim como você testemunhou a meu respeito em Jerusalém, deverá testemunhar também em Roma”.