Regra da Terceira Ordem da Sociedade de São Francisco

Regra da Terceira Ordem da Sociedade de São Francisco   (Página 11)

        A Regra da Terceira Ordem da Sociedade de São Francisco é compartilhada entre as terciárias e terciários pelo mundo inteiro. Há 5 províncias : Província Americana que inclui América do Norte, Sul e Central e a Índia Ocidental; Província Europeia, que inclui a Inglaterra e o resto da Europa mais Hong Kong; Província Ásia-Pacifica; Província do Pacifico; e Província Africana. Todos observem a Regra.

 

       A Regra consiste de três elementos: Os Princípios, As Constituições da SSF e TSSF, e A Ordem para Admissões e Renovações.

       OS PRINCÍPIOS capturam o etos do que a Ordem deve ser. Eles tem aquelas qualidades franciscanas às quais nos esforçamos conformar nossas vidas. Os Princípios incluem a Obediência Comunitária, uma oração curta e simples que nos lembra diariamente nosso compromisso pessoal á Ordem. Nos lembra que  nossa vida em comunidade é compartilhada com pessoas da mesma espiritualidade, embora com perspectivas diversas.

       As Constituições da   Sociedade de São Francisco (SSF)  e da  
                                                 Terceira Ordem da Sociedade de São Francisco (TSSF)
contém itens de interesse histórico e de procedimento. A Constituição da TSSF adiciona a regra da vida pessoal e o compromisso à Ordem mundial.

       A Ordem para Admissões e Renovações representa o laço individual à comunidade mais ampla. Você pode encontra-lo na Parte II deste livrinho.

 

A Regra de Vida Pessoal
       Conforme com a Constituição da TSSF, seção 4. Direção Espiritual e Regra de Vida, “cada membro da Terceira Ordem deve ter e manter uma Regra Pessoal de Vida e que a Regra Pessoal de Vida regularmente incluirá algum compromisso, claramente declarado, em cada uma das [nove] áreas” especificado em 4.2.d (p.37).

EXPLANAÇÃO
   O que desejamos é buscar a alegria de servir a Jesus na Comunhão diária, na partilha do pão, na oração pessoal e comunitária, no estudo, no serviço ao próximo mais pobre, no respeito ao planeta e aos recursos naturais. Construir uma Comunidade Franciscana é fazer irmãos que estejam neste mesmo espírito. A Regra não pode ser tida como um fim em si mesma, mas uma forma de nos tornarmos melhores para participar da nossa comunidade: esta sim se constitui como sinal salvífico (Sacramento) da presença do Senhor no mundo.

   Há uma Regra de Vida com 9 áreas adaptada às condições brasileiras que cada um deve assumir, de forma concreta e especifica, de acordo com suas possibilidades que são diferentes porque somos diferentes e temos diversas disponibilidades ou limitações. A função do Companheiro Espiritual é, na oração, buscar a melhor forma que cada um tem de se fazer franciscano e parte desta comunidade.

 

PADRÃO PARA ESCREVER A REGRA PESSOAL DE VIDA
1. Eucaristia: Viver a alegria de receber Jesus no Sacramento do Amor e da Presença: o pão que desceu do céu e que diariamente está disponível para nos fortalecer e consolar. Aproveitar, como Francisco, intensamente esta possibilidade de intimidade com Deus. A regra é: quanto mais, melhor.

2.  Reconciliação: (ao invés de Penitência) Pedir de coração contrito perdão a Deus e aos irmãos dos nossos equívocos. A vida comunitária exige um constante refazer de nossas posições, disponibilidade e escuta. Quem nos faz escutar as outras pessoas e rever nossas ações é o Espírito Santo, motor da reconciliação entre fiéis, e que nos motiva a pensar sobre privilégios e injustiças entre as pessoas. 

3. Oração Pessoal: Trata-se de um momento de escuta e louvor. É preciso deixar que o silêncio penetre um pouco a cada dia, vencer o redemoinho do cotidiano que nos arrasta para o ativismo e romper com a lógica do ruído para permitir que Deus se faça presente. Shema Israel Adonai Eloeinu, Adonai Ehad: Escuta Israel Adonai é seu Deus, Adonai é um. 

4. Doação de si mesmo: (ao invés de Autonegação) É a disciplina do SIM. Significa dizer sim a Deus e às outras pessoas, priorizando quem sofre com a pobreza e a exclusão. Assumir um estilo pessoal de vida da disponibilidade, gratuidade e generosidade. Ser agente da paz, desejar o bem, querer bem, a exemplo de Maria que disse SIM e possibilitou o mistério da encarnação e a redenção de todos. É ter gratidão pelos dons e superação de dificuldades pessoais (resiliência). 

5. Retiro: Pelo menos uma vez por ano, deve-se ter um largo momento de meditação e oração. Trata-se de uma oportunidade de crescimento, experiência de paz e louvor a Deus. Retiro também é descanso, refazer-se física e emocionalmente e buscar o crescimento espiritual. Um(a) franciscano(a) é alguém que cuida de si para poder melhor amar às pessoas.

6. Estudo: Deus se revela na história da humanidade. A história da revelação é nossa herança primeira de filhos e filhas de Deus. Aqui há espaço para a leitura da Bíblia, da história da Igreja, da vida dos santos e santas e da tradição franciscana. Entretanto, a dimensão do estudo e do aprofundamento pode ser compreendida de modo mais abrangente. Na vida franciscana é desejável que busquemos conhecer outras tradições religiosas, filosofia, ciências e artes com igual zelo, permitindo uma compreensão de mundo que nos permita dialogar, criticar e participar da construção da cultura.

7. Simplicidade: Devemos buscar o essencial e deixar de lado o que não é tão importante, não se importando em ter muitas coisas. Tudo aquilo que tivermos deve ser colocado em benefício das outras pessoas e da comunidade. Precisamos compartilhar a mesa, dividir despesas, doar o que não é necessário e viver uma pobreza abençoada, tendo como mestre aquele que não tinha onde repousar a cabeça. Viver uma vida simples com respeito ao meio ambiente, sustentável e alegre. Há momentos em que há de resignar-se diante daquilo que não pode ser mudado e simplesmente aceitar limitações. 

8. Trabalho: É preciso servir às outras pessoas no cotidiano de nossa ação, e utilizar nossos talentos, habilidades e profissões para melhor seguir a Jesus na atenção e cuidado com outros seres humanos e com o planeta. Deve-se cuidar das relações interpessoais que mantemos ao longo do dia e garantir qualidade naquilo que produzimos porque somos co-criadores, isto é, somos chamados a transformar o mundo num lugar de igualdade, comunhão, dignidade, beleza e paz. 

9. Fidelidade: (ao invés de Obediência) É o acolhimento a Deus, ao Evangelho e à Comunidade, dialogando com irmãos e irmãs para discernir coletivamente a vontade de Deus e o chamado particular que nos é dirigido. Cada terciário(a) deve ter um(a) companheiro(a) espiritual para orientar em sua vida cristã, ler diariamente os princípios da TSSF e contribuir financeiramente, de forma regular, para com a Ordem.

 

MINHA REGRA DE VIDA PESSOAL
1. Santa Eucaristia 
2. Reconciliação: (ao invés de Penitência)
3. Oração Pessoal
4. Doação de si mesmo: (ao invés de Autonegação)
5. Retiro
6. Estudo
7. Simplicidade
8. Trabalho
9. Fidelidade: (ao invés de Obediência)

 

Sobre Direção Espiritual
        Conforme com a Constituição da TSSF, seção 4. Direção Espiritual e Regra de Vida.
       De Um Guia Franciscano para Diretor Espiritual, TSSF, Província das Américas, Rev. Robert Goode, 1991.
       Revisado de 2000.

Os diretores espirituais de terciário/as podem ter treinamento formal e longa experiência em direção ou nenhuma; eles podem ser clérigos, membros de ordens religiosas ou leigos. Onde quer que você esteja no largo espectro da direção, apreciamos sua vontade de ajudar. Sem direção, todos corremos risco da autodesilusão e caímos à margem da jornada espiritual. Não há nada tão importante para nossa saúde espiritual como um bom diretor espiritual.

 

Fundamentos para o diretor espiritual se lembrar:

  • “A experiência religiosa é para a direção espiritual assim como a comida é para cozinhar. Sem comida não pode haver nenhuma arte culinária. Sem experiência religiosa não pode haver nenhuma direção espiritual”. (Barry e Connolly)
  • A direção espiritual não é igual ao aconselhamento pastoral. Serve para ajudar um indivíduo a reconhecer e desenvolver uma relação pessoal mais profunda com Deus.
  • Tudo o que é dito durante a direção é confidencial e não deve ser compartilhado fora da relação.
  • Manter o tempo com seu formando focalizado na direção mais do que em uma conversação casual é especialmente importante se seu dirigido também for seu amigo. Fixar e manter um tempo específico para começar e terminar o encontro e manter isto pode ajudar em guardar à parte o tempo social. (Uma hora normalmente é o mais correto.)
  • Tudo na vida de seu formando refletirá sua relação com Deus. A vida religiosa de uma pessoa não é algo que possa ser separado da sua vida do dia-a-dia. Em geral, se as relações pessoais da pessoa estão fora de controle, assim será a relação da pessoa com Deus.
  • Comece fazendo algumas perguntas. Como seu formando veio a procurar direção espiritual? Como é a sua vida de oração? O que espera o seu formando da relação de direção? (Quais são suas próprias expectativas?)
  • Você não tem que compartilhar a mesma espiritualidade para dirigir alguém, mas, se você se acha incapaz de se relacionar com a pessoa ou se sente incômodo, você pode sugerir que a pessoa procure outro diretor.
  • Às vezes, o que não é dito é mais revelador do que o que é dito. Esteja atento quando assuntos estiverem sendo evitados, e não tenha nenhum medo de fazer perguntas pertinentes.
  • Começar a sessão com uma oração ou alguns minutos de reflexão silenciosa pode ajudar estabelecer o foco.
  • Tente fazer mais escutando do que falando. Compartilhar suas próprias experiências às vezes pode ser útil, mas pode se mostrar intimidante. Isso é algo que você terá que discernir por si mesmo.

 

Governo da Província e da Região
Francisco começou com um grupo informalmente organizado de “irmãozinhos”. Não era sua intenção ter uma grande organização com um governo e regras. Então, eles eram apenas alguns almas zelosos que procuravam seguir Nosso Senhor de um modo novo e maravilhoso. Francisco não tinha ideia de que o pequeno grupo iria crescer de dois ou três para cinco mil no espaço de apenas cinco anos. Quando isso aconteceu, e a necessidade de maior estrutura surgiu, Francisco ficou francamente horrorizado. Ele entrou em um período de secura profunda e abdicou completamente de sua própria liderança na Ordem. Como continuidade da família de nosso Pai Francisco, também nós, às vezes, ficamos desconfortáveis com um “governo”, mas é preciso uma grande quantidade de trabalho e compromisso por parte de muitos membros para fazer o trabalho da Terceira Ordem.

A Província das Américas, que inclui nossa região do Brasil, é uma das cinco províncias da TSSF mundial. O Capítulo Interprovincial da Terceira Ordem (IPTOC) coordena as atividades e práticas da Ordem em todo o mundo.

O Ministro Geral da TSSF (eleito pelo IPTOC) faz a supervisão de todas as províncias da TSSF. A cada seis anos, três representantes (Ministro Provincial, capelão e um membro professo eleito) de cada província se encontram para revisar e coordenar a vida e obra de todas as Províncias. Cada província tem seu próprio Ministro Provincial, Capítulo e caráter único, mas todos nós somos membros de uma Ordem trabalhando em conjunto.

A região do Brasil, em vias de tornar-se uma província, tem seu próprio Ministro Regional, capítulo e caráter único. Seguem as informações sobre o governo da Província das Américas e da Região do Brasil.

 

  1. O Governo Provincial da Província das Américas

Oficiais Administrativos:

  • Ministro Provincial: supervisiona o bem-estar desta província TSSF; nomeado pelos membros e eleitos pelo Capítulo.
  • Secretário: assiste o Ministro Provincial; compila e publica as atas do Capítulo, diretório, registros e outras publicações; nomeado pelo Ministro Provincial e ratificado pelo capítulo.
  • Tesoureiro: recolhe doações e desembolsa os fundos; contador; nomeado pelo Ministro Provincial e ratificado pelo capítulo.
  • Bispo Protetor: atua como nosso árbitro e advogado; convidado pelo Ministro Provincial e ratificado pelo capítulo.

Oficiais pastorais:

  • Capelão: líder pastoral da província; supervisiona o cuidado pastoral e a formação; nomeado pelo Ministro Provincial e ratificado pelo capítulo.
  • Diretor de Formação: supervisiona o programa de formação, exercendo funções de Capelão; nomeado pelo Ministro Provincial e ratificado pelo capítulo.
  • Coordenador de Fraternidade: supervisiona e fornece recursos para as fraternidades; nomeado pelo Ministro Provincial e ratificado pelo capítulo.

+ Sete membros eleitos do Capítulo; eleitos pelos membros professos.

+ Visitador da Primeira Ordem: atua como contato com os frades da Primeira Ordem e Irmãs, pessoa de intermediação. Eles assistem e participam de reuniões do Capítulo, mas não têm voto.

Todos os membros do Capítulo têm mandatos de três anos e podem servir por dois mandatos consecutivos.

Outros Líderes

  • Assistente do Capelão: supervisiona os Capelães de Área (a quem os Professos se reportam).
  • Capelães de área: recebem relatórios dos Professos e fornecem recursos pastorais regionais.
  • Diretores Assistentes de Formação: trabalha sob e com o Diretor de Formação para administrar o programa de formação.
  • Conselheiros de Formação: prestam aconselhamento aos postulantes e noviços.
  • Secretário-Consultivo: responde às consultas; envia pacotes de informações.
  • Editor, Franciscan Times: edita o boletim Franciscan Times.
  • Bibliotecário: mantém uma extensa biblioteca por e-mail.
  • Arquivista: mantém os arquivos provinciais.

 

  1. O Governo da Região do Brasil:

Oficiais Administrativos

  • Ministro Regional: supervisiona o bem-estar desta região da TSSF e trabalha com o Ministro Provincial; eleito pelo Capítulo regional.
  • Secretário: assiste o Ministro Regional; compila e publica as atas do Capítulo, diretório, registros e outras publicações; eleito pelo capítulo.
  • Tesoureiro: recolhe doações e desembolsa os fundos; mantém registros dos fundos; eleito pelo capítulo.
  • Bispo Protetor: atua como nosso árbitro e advogado; convidado pelo Ministro Regional e ratificado pelo capítulo.

Oficiais pastorais

  • Capelão: líder pastoral da província; supervisiona o cuidado pastoral, e formação; nomeado pelo Ministro Regional e ratificado pelo capítulo.
  • Diretor de Formação: supervisiona o programa de formação, exercendo funções de Capelão; nomeado pelo Ministro Regional e ratificado pelo capítulo.
  • Animador de Fraternidade: supervisiona e fornece recursos para as fraternidades; nomeado pelo Ministro Regional e ratificado pelo capítulo.
  • Visitador do Capítulo Provincial: atua como contato com a Província, pessoa de intermediação; Assiste e participa de reuniões do Capítulo no EUA, pode ser uma oficial, fala inglês.

Geral

+ Membros – quem participar do retiro anual regional compõe o Capítulo do mesmo ano.

+ Visitador da Primeira Ordem atua como contato com os frades da Primeira da Ordem e Irmãs, pessoas de recursos. Eles assistem e participam de reuniões do Capítulo, mas não têm voto.

Outros Líderes

  • Diretor de Formação Assistente: trabalha sob e com o Diretor de Formação para administrar o programa de formação.
  • Secretário Consultivo: responde às consultas; envia folhetas de informações.

      Em ambos, na Província e Região, os Oficiais tentam fazer-se disponíveis para todos os membros da Ordem por correio, telefone, eletrônica e pessoalmente. Eles visitam o maior número de Convocações conforme seus orçamentos e cronogramas permitam. Desta forma, eles também fornecem ligação com todas as partes da comunidade provincial.

O capítulo provincial se reune uma vez ao ano, próximo a festa de S. Francisco (4 de outubro).

Durante o ano, funciona um Comitê composto pelo Ministro Provincial/Regional, Capelão, Diretor de Formação, Secretário, Coordenador de Fraternidade e um membro eleito do capítulo, escolhido pelos membros eleitos do Capítulo para as atividades correntes e as emergências entre as reuniões do Capítulo. Os oficiais devem ser membros professos, mas não precisam ser ordenados. Leigos e clérigos são iguais.

Os Estatutos são o livro de normas. Eles são projetados para definir as coisas de uma forma cuidadosa, mas em geral, com espaço para interpretação extensiva. Eles fornecem uma espécie de definição mínima irredutível da estrutura da Ordem na Província das Américas e na Região do Brasil. O Estatuto Provincial/Regional aumenta e muda como a visão franciscana se desenvolve. Está incluída uma descrição da responsabilidade dos oficiais e sua eleição ou nomeação. As revisões são comuns e são feitas conforme a necessidade. As Normas servem de memória coletiva do capítulo. Elas consistem de ações tomadas pelo capítulo que não são de natureza legal.

Os itens de pauta do Capítulo vêm da agenda do Ministro Provincial/Regional e dos interesses dos membros. A agenda do Ministro Provincial/Regional geralmente inclui itens como propostas dos membros do Capítulo, materiais interprovinciais que necessitam de ratificação, ratificação de novos oficiais, relatórios de vários oficiais do Capítulo e outras preocupações.

Alguns meses antes do capítulo, o secretário lembra aos membros da próxima reunião e solicita todos os itens que as pessoas desejam ser tratados antes do capítulo. A cada item que o capítulo é convidado a avaliar é dada uma consideração cuidadosa. Às vezes, essas solicitações chamam a atenção para uma necessidade real a que o capítulo não atentou. Se você acha que o capítulo deve incluir algo na sua pauta não hesite em enviar o seu pedido ao Secretário Provincial.

Muitas pessoas estão envolvidas na realização do trabalho da Terceira Ordem. Como um membro haverá muitas maneiras que você pode participar e servir para fazer a TSSF uma comunidade mais fiel. Você pode contribuir muito para a vida da TSSF em sua fraternidade local, no planejamento e ajudando no retiro regional e de outras maneiras. Basta perguntar!

 

Bibliografia

Esser, Kajetan, OFM, Origins e espirito primitivo da ordem franciscana, tr. Pe. Henrique Antonio Steffen, S.J (Petrópolis : Vozes, 1972)

Frei Celso Márcio Teixeira, org., Fontes Franciscanas e Clarianas – 2ª Ed. (Petrópolis: Vozes, 2008)

Fontes Franciscanas, 3a. ed., (Braga: O mensageiro de Santo Antônio, 2012)

Viviane Gonçalves Noel, Francisco de Assis e a profunda poesia de ser parte da natureza, (Lisboa: Chiado Editora, 2014)

Boff, Leonardo, São Francisco de Assis: Ternura e vigor, 13a ed.,(Petrópolis: Vozes, 2012)

Vauchez, André. Francisco de Assis: Entre a Memória e a História. Instituto Piaget; Edição:1ª (1 de janeiro de 2013), 432 páginas. É Excelente.          

Frugoni, Chiara. Vida de um Homem: Francisco de Assis. Tradução de Frederico Carotti. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, 184 páginas.

Bom, especialmente para um iniciante que deseja conhecer um pouco da vida de Francisco e não tem muito tempo para ler.

Moses, Paul. O Santo e o Sultão, 2010. 304 paginas.

Bom para quem quer ler sobre Francisco e os Muçulmanos.

Agamben, Giorgio. Altíssima Pobreza. . Tradução de Selvino J. Assmann. São Paulo: Boitempo Editorial, 2014, 220 páginas.

Para quem quer aprofundar a temática da pobreza franciscana, o melhor é o terceiro capítulo do livro.

 Recursos online:
Escritos de São Francisco, intro. Fr. David de Azevedo, OFM, tr. Fr. Armando Mota, OFM, editorialfranciscana.org

Centro Franciscano de espiritualidade, centrofranciscano.org.br

 

Obs,: Este é apenas um começo. Ajude-nos a amplia-lo em futuras edições, oferecendo títulos e recursos adicionais!