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8 de março – Dia Internacional da Mulher

mar 06 2021

Dia Internacional da Mulher
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

8 de Março, Dia da Mulher
Celebrado por África do Sul, Albânia Angola, Argélia, Argentina, Arménia, Azerbaijão, Bangladesh, Bélgica, Bielorrússia, Butão, Bósnia e Herzegovina, Brasil, Bulgária, Burkina Faso, Camboja, Camarões, Cabo Verde, Chile, China, Colômbia, Croácia, Cuba, Chipre, Equador, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Dinamarca, Finlândia, Geórgia, Grécia, Holanda, Hungria, Ilha de Formosa, Índia, Itália, Islândia, Israel, Laos, Letónia, Lituânia, Cazaquistão, Kosovo, Quirguistão, Macedônia do Norte, Malta, México, Moldávia, Mongólia, Montenegro, Nepal, Noruega, Polónia, Portugal, Roménia, Rússia, Sérvia, Suécia, Síria, Tadjiquistão, Turquia, Turquemenistão, Ucrânia, Uzbequistão, Vietname, Zâmbia

Relembra as lutas sociais, políticas e econômicas das mulheres.
O Dia Internacional da Mulher é celebrado anualmente, no dia 8 de março.

A ideia de uma celebração anual surgiu depois que o Partido Socialista da América organizou o dia da mulher, em 20 de fevereiro de 1909, em Nova York — uma jornada de manifestação pela igualdade de direitos civis e em favor do voto feminino.[1][2] Durante as conferências de mulheres da Internacional Socialista, em Copenhague, 1910, foi sugerido, por Clara Zetkin, que o Dia da Mulher passasse a ser celebrado todos os anos, sem que, no entanto, fosse definida uma data específica.[3] A partir de 1913, as mulheres russas passaram a celebrar a data com manifestações realizadas no último domingo de fevereiro. Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro, no calendário juliano[4]), ainda na Rússia Imperial, organizou-se uma grande passeata de mulheres, em protesto contra a carestia, o desemprego e a deterioração geral das condições de vida no país. Operários metalúrgicos acabaram se juntando à manifestação, que se estendeu por dias e acabou por precipitar a Revolução de 1917.[1] Nos anos seguintes, o Dia da Mulher passou a ser comemorado naquela mesma data, pelo movimento socialista, na Rússia e em países do bloco soviético.

Em 1975, o dia 8 de março foi instituído como Dia Internacional da Mulher, pelas Nações Unidas. Atualmente, a data é comemorada em mais de 100 países — como um dia de protesto por direitos ou de edulcorada celebração do feminino, comparável ao Dia das Mães. Em outros países, a data é amplamente ignorada.[5]

História
Uma origem mundial para a data
A ideia de criar o Dia da Mulher surgiu entre o final do século XIX e o início do século XX nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas feministas por melhores condições de vida e trabalho, e pelo direito de voto. Em 26 de agosto de 1910, durante a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhaga, a líder socialista alemã Clara Zetkin propôs a instituição de uma celebração anual das lutas pelos direitos das mulheres trabalhadoras,[6][7] sem contudo fixar uma data específica.[3]

As celebrações do Dia Internacional da Mulher ocorreram a partir de 1909 em diferentes dias de fevereiro e março, a depender do país.[1] A primeira celebração deu-se a 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, seguida de manifestações e marchas em outros países europeus nos anos seguintes, usualmente durante a semana de comemorações da Comuna de Paris, no final de março. As manifestações uniam o movimento socialista, que lutava por igualdade de direitos econômicos, sociais e trabalhistas, ao movimento sufragista, que lutava por igualdade de direitos políticos.

No início de 1917, na Rússia, ocorreram manifestações de trabalhadoras por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Os protestos foram brutalmente reprimidos, precipitando o início da Revolução de 1917.[8] A data da principal manifestação, 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), foi instituída como Dia Internacional da Mulher pelo movimento internacional socialista.

Na década de 1970, o ano de 1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e o dia 8 de março foi adotado como o Dia Internacional da Mulher pelas Nações Unidas, tendo como objetivo lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, independente de divisões nacionais, étnicas, linguísticas, culturais, econômicas ou políticas.

Sobre a origem de comemoração do Dia Internacional da Mulher não há concordância absoluta diante das múltiplas manifestações de luta de mulheres por todo o mundo. A professora e filósofa socialista estado-unidense Angela Davis cita um evento ocorrido em 1908 em que “as mulheres socialistas do Lower East Side, em Nova York, organizaram uma manifestação de massa em apoio ao sufrágio igualitário, cujo aniversário [do Dia da Mulher seria] comemorado”.[9] Mas, o objetivo das manifestações ainda eram lutas dispersas por diversos direitos específicos, e no caso apontado, era o direito das mulheres ao voto nos Estados Unidos.

Após isto uma das primeiras celebrações do dia da mulher foi no dia 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América, em memória de uma greve, realizada no ano anterior, que mobilizou as operárias na indústria do vestuário de Nova York contra as más condições de trabalho.[10]

Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhagen, Dinamarca, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada a proposta, apresentada pela socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um Dia Internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada.[10][11][12] No ano seguinte, uma comemoração do Dia Internacional da Mulher foi observada no dia 19 de março na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça, onde mais de um milhão de homens e mulheres participaram de manifestações que exigiam os direitos de votar e ser votada, de trabalhar, de receber educação vocacional e, também, o fim da discriminação no trabalho.[10]

Controvérsias sobre as origens
Por muitos anos, associou-se o dia 8 de março à ocorrência de grandes incêndios em fábricas, no início do século, quando dezenas de operárias teriam perecido. O mais conhecido desses incidentes é o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist, que realmente ocorreu, em 25 de março de 1911, às 5 horas da tarde, e matou 146 trabalhadores: 125 mulheres e 21 homens. A fábrica empregava 600 pessoas, em sua maioria mulheres imigrantes judias e italianas, com idade entre 13 e 23 anos. Uma das consequências da tragédia foi o fortalecimento do Sindicato Internacional de Trabalhadores na Confecção de Roupas de Senhoras, conhecido pela sigla inglesa ILGWU. A acadêmica Eva Blay considera “muito provável que o sacrifício das trabalhadoras da Triangle tenha se incorporado ao imaginário coletivo da luta das mulheres”, mas ressalta que “o processo de instituição de um Dia Internacional da Mulher já vinha sendo elaborado pelas socialistas americanas e européias desde algum tempo antes e foi ratificado com a proposta de Clara Zetkin.”[13]

Na mesma linha, a historiadora espanhola Ana Isabel Álvarez González explica, no livro As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres (publicado em 2010 no Brasil pela editora Expressão Popular), que a origem da data passa ao mesmo tempo pelos Estados Unidos e pela Rússia soviética. A autora, que buscou fontes primárias tanto na historiografia americana quanto na espanhola, confirma que o incêndio da Triangle realmente ocorreu em 1911, no dia 25 de março – e não no dia 8, lembrando que 8 de março de 1911 foi um domingo, data improvável para a deflagração de uma greve. Embora incêndios desse tipo não fossem incomuns à época, González ressalta que o incêndio foi muito significativo para o movimento operário norte-americano e para o movimento feminista. Mas, sozinho, o incidente não explica a origem do Dia Internacional da Mulher.[14]

Além do incêndio da fábrica Triangle, que efetivamente aconteceu, há uma outra história bem parecida, que parece ter sido uma simples invenção. Em 1955, Liliane Kandel e Françoise Picq escreveram, num artigo do jornal L’Humanité, sobre o mito de que a data teria como origem a celebração da luta e da greve de trabalhadoras no setor têxtil de Nova York, em 1857 — as quais teriam sido duramente reprimidas pela polícia ou mortas em um incêndio criminoso na fábrica, conforme as diferentes versões do mito. Não há indícios de que isso tenha ocorrido e, segundo as autoras, tais versões parecem ter sido criadas pela Union des Femmes Françaises, que pretendia converter a comemoração do Dia da Mulher em uma espécie de Dia das Mães, totalmente desprovida de qualquer sentido de luta feminina, tal qual se tornara na URSS e nos países do bloco soviético.[15][1][16]

Relação com a Revolução Russa
“A 23 de fevereiro estavam planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução.”[16]

Leon Trótski
Em 26 de agosto de 1910, durante a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, realizada na Casa do Povo (Folket Hus), em Copenhagen, Dinamarca, Clara Zetkin propôs a criação de uma jornada anual de protestos em prol dos direitos das mulheres, mas sem fixar uma data específica. A primeira comemoração oficial deu-se em 19 de março de 1911. Em 1915, a ativista Alexandra Kollontai organizou uma reunião em Cristiânia, perto de Oslo, contra a guerra. Em 23 de fevereiro de 1917 (8 de março no calendário gregoriano), houve uma greve de trabalhadoras russas do setor de tecelagem. Considerada por Trotski como espontânea e não organizada, a greve teria sido o primeiro momento da Revolução de 1917.[13]

Após 1945, nos países do chamado bloco soviético, a data continuou a ser um feriado comemorado. Na antiga URSS, durante a era Stalin, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda do PCUS. Também era amplamente celebrado nos países do bloco, na Europa Ocidental.

Na Tchecoslováquia, por exemplo, a celebração era apoiada pelo Partido Comunista local. O MDŽ (Mezinárodní den žen, “Dia Internacional da Mulher” em checo) era também usado como instrumento de propaganda, visando convencer as mulheres de que o partido realmente levava em consideração as necessidades femininas ao formular políticas sociais. Gradativamente, a celebração ritualística do Dia Internacional da Mulher tornou-se estereotipada. A cada dia 8 de março, as mulheres recebiam uma flor ou um pequeno presente do chefe. A data foi ganhando um caráter de paródia e acabou sendo ridicularizada até mesmo no cinema e na televisão, de modo que o propósito original da celebração se perdeu completamente. Após o colapso da União Soviética, o MDŽ foi rapidamente abandonado como mais um símbolo do antigo regime. Mas o dia permanece como feriado oficial, na Rússia, Bielorrússia, Macedônia do Norte, Moldávia e Ucrânia.

No resto do Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920. Posteriormente, a data caiu no esquecimento e só foi recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960.

Resgate da data

Protesto do grupo feminista FEMEN contra a exploração sexual das mulheres ucranianas, em 8 de março de 2010.
Já na década de 1970, o ano de 1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher, e o dia 8 de março foi adotado como o Dia Internacional da Mulher pelas Nações Unidas, com a finalidade de lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, independentemente de divisões nacionais, étnicas, linguísticas, culturais, econômicas ou políticas.[10]

Em 2008, a ONU lançou a campanha “As Mulheres Fazem a Notícia”, destinada a estimular a igualdade de gênero na comunicação social mundial.[17] Na atualidade, porém, considera-se que a celebração do Dia Internacional da Mulher tenha tido o seu sentido original parcialmente diluído, adquirindo frequentemente um caráter festivo e comercial, como o hábito de empregadores distribuirem rosas vermelhas ou pequenos mimos entre as suas empregadas – ação que em nada evoca o espírito das manifestantes russas do 8 de março de 1917.[16]

7 de março – Perpétua e Felicidade

mar 06 2021

7 de março – Perpétua e Felicidade

Numa perseguição que se desencadeou em Cartago, foram presos nesta cidade cinco catecúmenos, entre os quais uma escrava chamada Felicidade e uma mulher, ainda nova e de posição, chamada Perpétua. A primeira estava grávida de oito meses e a segunda tinha uma criança de peito. Receberam o batismo enquanto estavam presas.

Permitiram a Perpétua que levasse consigo o filho para o cárcere. Chegado o interrogatório, ambas confessaram abertamente a fé e foram condenadas a ser lançadas às feras no aniversário do imperador Geta. A mãe foi então separada do seu filhinho. “Deus permitiu que ele não voltasse a pedir o peito e que ela não fosse mais atormentada com o leite”, escreveu Perpétua no diário que foi fazendo até o dia da sua morte. Narra em seguida uma visão em que lhe apareceu seu irmão Dinócrates, ao sair do Purgatório graças às suas orações, e outra em que lhe foi prometida a assistência divina no último combate.

Felicidade receava que, devido ao seu estado, não lhe permitissem morrer com a companheira, mas, três dias antes dos espetáculos públicos, deu à luz. Como as dores do parto lhe arrancassem gritos, um dos carcereiros observou-lhe: “Se tu te lamentas já dessa maneira, que será quando fores lançada às feras?”. “Hoje sou eu que sofro, respondeu a escrava; nesse dia, sofrerá por mim Aquele por quem eu sofro”. Deu à luz uma menina que foi adotada por uma mulher cristã.

Perpétua e Felicidade entraram alegremente no anfiteatro com os três companheiros. Envolveram-nas numa rede e entregaram-nas às arremetidas duma vaca furiosa. O povo cansou-se depressa de ver torturar as duas jovens mães, uma das quais ia perdendo o leite, e pediu que se acabasse com aquele espetáculo. Abraçaram-se então pela última vez. Felicidade recebeu o golpe de misericórdia impavidamente. Perpétua caiu nas mãos dum gladiador desastrado que falhou o golpe, “tendo-se visto ela própria na necessidade de dirigir contra o pescoço a mão trêmula do gladiador inexperiente”. Estes martírios deram-se na era de 203.

Fonte: https://santo.cancaonova.com/santo/santas-perpetua-e-felicidade/

1 de março – David de Gales

fev 27 2021

David de Gales (Caerfi, 500 – Tyddewi , 589 ) (em galês Dewi Sant ), também conhecido como David de Menevia, foi um bispo e abade galês do século VI. Ele é reverenciado como um santo pelas Igrejas Católica e Anglicana e foi declarado o santo padroeiro do País de Gales .

Seu nome galês era Dewi , embora também existam variantes Degui, Dewi Sant, Dewid, Dewm, Dewn ou Dmui  Relativamente o suficiente é conhecido sobre a vida de David, o que contrasta com o que acontece com outros santos padroeiros, como São Jorge na Inglaterra . No entanto, a sua data de nascimento é desconhecida, embora se considere que deve ter nascido entre 462 e 512 .

Primeiros anos

Rhygyfarch , o autor da história da vida de São Davi, escreveu que Davi era filho de sanctus rex ceredigionis , onde Sanctus foi interpretado como um nome próprio e seu titular foi homenageado pelos cristãos galeses como Sandde, Rei de Ceredigion . No entanto, a frase latina pode simplesmente significar “rei sagrado de Ceredigion”. O rei de Ceredigion durante a época do nascimento de Davi seria Usai. Sandde seria seu irmão, então ele provavelmente só seria o rei de Ceredigion. Eles eram filhos do Rei Ceredig , fundador da Ceredigion. O santo foi violentamente concebido, e sua mãe, filha do Senhor Cynyr de Caer Goch, deu à luz durante uma violenta tempestade. David foi criado emWhihtland em Carmanthenshire sob os ensinamentos de São Paulo de Gales .

Monasticismo 

Ele alcançou renome como professor e pregador, fundando mosteiros e igrejas no País de Gales , Cornualha e Grã – Bretanha em um período em que essas regiões eram controladas por diferentes tribos pagãs (elas se unificariam na Inglaterra trezentos anos depois). Ele fez uma peregrinação a Jerusalém (onde foi ordenado bispo) e a Roma . A Catedral de St David agora está no local onde ele fundou seu mosteiro no vale remoto de ‘Glyn Rhosyn’ em Pembrokeshire .

A regra monástica de Davi prescrevia que os monges deviam puxar o arado sozinhos, sem usar animais; beba apenas água; coma apenas pão com sal e ervas e passe as tardes orando, lendo e escrevendo. Nenhum bem pessoal era permitido: dizer “meu livro” era uma ofensa. Ele viveu uma vida simples e praticava o ascetismo , ensinando aos seus discípulos o vegetarianismo e a abstinência do álcool. Seu símbolo, que também é o símbolo do País de Gales, é o alho – poró .

Dizem que seu milagre mais conhecido ocorreu enquanto ele pregava para uma multidão. Quando os que estavam atrás se queixaram de que não podiam vê-lo ou ouvi-lo, o solo sob seus pés se elevou para formar uma pequena colina para que todos pudessem vê-lo. Uma pomba branca pousou em seu ombro – símbolo da bênção divina. A aldeia em que ocorreu é conhecida hoje como Llanddewi Brefi . Uma versão mais mundana da história diz que ele simplesmente recomendou ao público que fossem até o topo da colina. Nas obras de arte, David geralmente é representado com uma pomba no ombro.

Controvérsias com sua morte 

Diz-se que Dewi viveu mais de 100 anos e morreu em uma terça-feira, 1º de março (agora São Davi). É geralmente aceito que foi em 589 . Diz-se que o mosteiro “estava cheio de anjos quando Cristo recebeu sua alma”. Suas últimas palavras aos seguidores foram durante um sermão no domingo anterior. Rhygyfarch transcreve essas palavras como Seja alegre e mantenha sua fé e seu credo. Faça as pequenas coisas que você me viu fazer e me ouviu fazer. Vou seguir o caminho que nossos pais traçaram antes de nós . Faça as pequenas coisas (‘bychain Gwnewch e pethau’) é uma frase popular no País de Gales hoje e tem sido uma inspiração para muitos.

David foi enterrado na Catedral de St. David , onde seu túmulo era um local de peregrinação popular durante a Idade Média . Ao contrário de muitos santos no País de Gales, David foi oficialmente reconhecido pelo Papa Calisto II em 1123 .

A Bandeira de São David .

A bandeira que representa São David, principalmente nas comemorações do dia 1º de março, tem as cores amarela e preta.

Estes vêm da cor amarela da flor do alho – poró , planta que São David sugeriu aos galeses que usassem em seus vestidos para se diferenciar dos anglo-saxões. Essa tradição é preservada até hoje, embora o uso da flor de narciso , também de cor amarela, também tenha sido ampliado . 

Dia de São David é comemorado em 1º de março por centenas de anos e é considerado o dia nacional do País de Gales, embora não seja um feriado oficial no Reino Unido.  Serviços religiosos especiais, desfiles, festivais e eventos esportivos são realizados em todo o país. É comum neste feriado que os galeses usem trajes tradicionais ou, pelo menos, usem narcisos (para a cor amarela de São Davi) pregados em suas roupas como um símbolo da nação. Crianças celebram em suas escolas participando do Eisteddfodau . Uma das competições típicas deste festival é encontrar o maior narciso .

Representatividade 

Saint David é um dos elementos mais característicos do país, um exemplo disso pode ser encontrado em várias instituições no País de Gales (ou afins) que tomaram as cores negro-aur de Saint David como um forte valor de identidade.

Entre eles estão: O clube de futebol Cardiff City; Clube de rúgbi St Davids RFC; Clube de rugby da The Crusaders Rugby League; Clube de futebol chileno Coquimbo Unido;  A University of Wales, Lampeter; A University of Wales Trinity St. David; A Diocese de San David; Heráldica da família Pembroke. 

Fonte: Wikipedia

2 de Março – Bispo Chad

mar 03 2015
chad

Chad

2 de Março  –
Bispo Chad (Ceada o Ceades), Santo

Martirológio Romano: Em Lichfield, em Inglaterra, são Ceada, bispo, que em momentos difíceis exerceu o oficio episcopal nas províncias de Mercia, Lindisfarne e do centro de Inglaterra, desempenhando este ministério com grande perfeição de vida, segundo os exemplos dos antigos padres (672).  Não é um nome muito comum em nossa cultura latina, mas sim na anglo-saxónia.  Quando Wilfrido foi eleito bispo de York, sentia mais ainda em seu coração de apóstolo a necessidade de estender o reino de Deus por outros sítios que não haviam sido trilhados antes.  Foi então quando lhe veio a ideia de enviar a Chad como bispo a Nortthumbria. Aqui, como faziam os apóstolos de Jesus, se entregou plenamente a seu trabalho.  Percorria a pé todos os lugares que pertenciam a sua diocese. Semeava nos corações a calma; ajudava aos pobres, pregava-lhes a Palavra de Deus, sem excluir nunca aos nobres e ricos. Deus veio para a salvação de todos.  Eram tão ternas as entranhas de Chad que a todo o mundo considerava como a seus filhos. Se chegavam os dias chuvosos ou as tormentas, fazia muita oração por todos e porque suas colheitas fossem boas.  Também acontecia, com o mau tempo, encerrar-se horas e horas na igreja para recitar os Salmos da Bíblia.  Esteve missionando, essa é a palavra, durante dois anos. Após eles, havia ocupado o primado de Inglaterra, que está em York, um tal Teodoro. Não tinha boas intenções para com o incansável missionário Chad. E apenas pôde, lhe exigiu que renunciasse a ser bispo. Chad disse que estava sempre à disposição do que Deus lhe pedisse em cada instante. Assim pois, deixou seu cargo.  Transcorreram somente alguns meses. Tempo suficiente para que Teodoro re-capacitasse na injustiça que havia cometido com Chad. Para compensar o mal que se comportou com ele, o nomeou canonicamente –esta vez sim segundo ele – bispo de Lichfield.  Igualmente levou a cabo um grande apostolado durante três anos, até que a praga da peste levou-o à eternidade. Era o ano 672, tal dia como hoje.

Comentários ao P. Felipe Santos: al Santoral”>al Santoral”>al Santoral”>fsantossdb@hotmail.com

 

03 de março – John e Charles Wesley

jan 29 2010

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John Wesley
Filho de Samuel e Suzana Wesley, família de ministros anglicanos, nasceu a 17 de junho de 1703, em Epworth (Inglaterra).
Suzana Wesley começou a alfabetizar o John aos cinco anos de idade, usando o livro dos Salmos como apostila. Ainda na infância Jonh Wesley escapou da morte em um incêndio que destruiu toda sua casa, onde estivera preso no segundo andar.
Jonh Wesley iniciou seus estudos pastorais em Oxford onde inicia a se reunir com um grupo de estudantes para meditação bíblica e oração, sendo conhecidos pelos colegas universitários de “Clube Santo”.
Neste grupo Wesley e seu irmão Carlos iniciaram a visitar e evangelizar os presídios. Wesley passou então a se interessar mais pela questão social de seu país e a miséria que a Inglaterra vivia na época.
Um dos episódios que marcou o início do metodismo foi viagem missionária de Jonh Wesley à Virginia nos EUA para “evangelizar os índios” tendo praticamente fracassado. Em sua viagem de retorno Jonh Wesley expressa sua frustração “fui à América evangelizar os índios, mas quem me converterá?”. Nesta ocasião entrou em contato com os Irmãos Morávios, grupo de cristãos pietistas que buscavam a conversão pessoal mediante o Espírito Santo.
Sua pregação era feita mais ao ar livre. Era um pregador itinerante, tendo restrições da  Igreja Anglicana, pelo seu rigor na busca pela santidade. Pregou milhares de sermões de profundo impacto.
Hoje, além dos seguidores do Metodismo, a vida de muitos são influenciada pela missão de Wesley. Movimentos posteriores como o Movimento de Santidade e o Pentecostalismo devem muito a ele. A insistência wesleyana da busca da santificação pessoal e social contribuem significativamente para a ideologia da busca de uma vida e mundo melhor. Faleceu a 22 de março de 1791, em Londres, Inglaterra
Origem: Livre interpretação e adaptação de texto da Wikipédia, a enciclopédia livre

 

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charleswesley

Charles Wesley
(1707 – 29 de março de 1788) foi o líder do movimento metodista juntamente com seu irmão mais velho John Wesley. Charles é mais lembrado pelos muitos hinos que compôs.
Assim como seu irmão, ele nasceu em Epworth, Lincolnshire, Inglaterra, onde seu pai era pastor. Ele foi educado na Christ Church College, em Oxford, e formou o grupo “Metodistas de Oxford” entre seus companheiros de escola em 1729. Charles seguiu os passos de seu pai e seu irmão ordenando-se em 1735 e viajando com John para Geórgia, Estados Unidos, na comitiva do governador James Oglethorpe, retornando um ano depois. Em 1749, Charles casou-se com a jovem Sarah Gwynne, filha de um galês que havia se convertido ao metodismo. Ela acompanhou os dois irmãos em suas jornadas evangelizadoras pela Inglaterra, até que Charles parou de viajar em 1765.
Apesar de serem muito próximos, Charles e seu irmão nem sempre concordavam com as questões relativas à fé. Em particular, Charles opunha-se fortemente à idéia de uma ruptura com a Igreja da Inglaterra, pela qual eles haviam sido ordenados.
Como resultado de suas composições, a Gospel Music Association estadunidense, em reconhecimento à suas contribuições para a música gospel, incluiu Charles Wesley no Hall da Fama da Música Gospel em 1995.
 Origem: Livre interpretação e adaptação de texto da Wikipédia, a enciclopédia livre.